O conto do Pescador em Alto Mar

"Qualquer criatura que ele concebesse em seu intelecto, era imediatamente atraída para sua rede e pulava para fora d'água ao puxar de sua rede. E dizia: 'Quão maravilhoso é o Alto Mar'"
Havia um pescador sozinho em seu barco indo e vindo, remando e retornando em Alto Mar. Ao redor, não havia sinal de outros pescadores ou até mesmo de outros barcos, senão apenas a sua solitária embarcação e o seu pulsante desejo de pescar.
Sua visão se estendia do extremo Leste ao extremo Oeste, do extremo Norte ao extremo Sul e não se via outra coisa que não fosse uma espécie rara de pássaros semelhantes a labaredas de fogo que flutuavam no ar. O pescador sabe que este Mar é diferente, especial e sagrado.
Ele joga sua rede e tira os peixes d'água para dentro de seu barco, repetindo o procedimento tantas outras vezes, dia após dia, ontem, hoje e amanhã. Qualquer criatura que ele concebesse em seu intelecto, era imediatamente atraída para sua rede e pulava para fora d'água ao puxar de sua rede. E dizia: "Quão maravilhoso é o Alto Mar" - e assim ele vive, viveu e viverá, repetindo sua pescaria ao canto dos pássaros que se assemelham as labaredas de fogo.

Texto escrito por Alef Yaakov.

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